Criado na perigosa, sanguinária Baixada fluminense, eu um menino pobre no início dos anos 2000 não tinha TV a cabo em casa ou até mesmo um gato net para distrair a minha mente, então eu passava minhas tardes divididas entre dois canais acompanhando a Sessão da Tarde antes dos filmes tristes que passam hoje e conheci coisas como Ace Ventura, Lagoa Azul e outros clássicos e no segundo
canal conheci coisas como Maria do Bairro, Marimar e Maria Mercedes, daí foi um pulo, tomei gosto por tramas exageradas em tudo, desde histórias mirabolantes envolvendo meio irmãos secretos e mortes falsas a grandes histórias de amor proibido vividas pelos protagonistas. Essas as novelas mexicanas, em sua maioria feitas pela Televisa, algo que talvez seja meu elo pessoal entre o México e a Coréia seja Rebelde ou RBD para quem queria ser o Giovanni como eu, parece que estou fugindo do tema, e talvez esteja um pouco, mas é necessário, RBD era jovem, extremamente jovem e com temas até hoje atuais, como jovens lidando com a responsabilidade de pensar seus futuros, separação dos pais, choque de classes sociais e muita música boa. Isso é um pouco do que me atraiu nessa obra e me levou ao Radio Romance, o primeiro dorama que assisti de fato, antes disso havia tentado assistir Ice Fantasy, porém sem sucesso em conseguir VHS na locadora do Ultra acabei por vagar na sessões e achar essa pérola sobre uma jovem apaixonada por rádio desde que sua mãe perdeu a visão e para obter seu primeiro programa de rádio como escritora deve convencer o astro nacional a hostear o programa, apesar de parecer bobo no inicio os episódios de uma hora bem fechados até me conquistaram e fui procurando mais.
canal conheci coisas como Maria do Bairro, Marimar e Maria Mercedes, daí foi um pulo, tomei gosto por tramas exageradas em tudo, desde histórias mirabolantes envolvendo meio irmãos secretos e mortes falsas a grandes histórias de amor proibido vividas pelos protagonistas. Essas as novelas mexicanas, em sua maioria feitas pela Televisa, algo que talvez seja meu elo pessoal entre o México e a Coréia seja Rebelde ou RBD para quem queria ser o Giovanni como eu, parece que estou fugindo do tema, e talvez esteja um pouco, mas é necessário, RBD era jovem, extremamente jovem e com temas até hoje atuais, como jovens lidando com a responsabilidade de pensar seus futuros, separação dos pais, choque de classes sociais e muita música boa. Isso é um pouco do que me atraiu nessa obra e me levou ao Radio Romance, o primeiro dorama que assisti de fato, antes disso havia tentado assistir Ice Fantasy, porém sem sucesso em conseguir VHS na locadora do Ultra acabei por vagar na sessões e achar essa pérola sobre uma jovem apaixonada por rádio desde que sua mãe perdeu a visão e para obter seu primeiro programa de rádio como escritora deve convencer o astro nacional a hostear o programa, apesar de parecer bobo no inicio os episódios de uma hora bem fechados até me conquistaram e fui procurando mais.
Imagem nada a ver para o post não ser só texto |
Comecei a assistir vários e a perceber o quão variado um dorama poderia ser indo desde histórias de amor "mundanas" como Radio Romance, histórias de romance, mas com um Q a mais como The Beauty Inside que brinca com certos elementos por assim dizer sobrenaturais e Are You Human? que tem alguns conceitos muito bem trabalhos de ficção cientifica e robótica, fora as tramas que lidam o período "medieval" da Ásia onde vemos samurais e outros guerreiros do passado em suas jornadas. basicamente foi amor a segunda vista e valeu muito a pena, Kakegurui foi uma surpresa sendo uma trama japonesa que conta com dois atores de Kamen Rider no elenco, um de Gaim e outra de Ex-Aid, confesso que esperei uma piada sobre essa fato em algum momento da série, porém não aconteceu, ainda...
Sempre é válido buscar por coisas novas, eu estava saturado de séries americanas e animes e descobri um universo novo que puxa meu noveleiro interior do hiato, quem sabe eu não faço uma crítica de algum dorama aqui ?