Pular para o conteúdo principal

Turma da Mônica Geração 12 - Opinião sobre o primeiro capítulo

Olá amigos, amigas e amigues, normalmente eu conto alguma história antes do post de fato, mas sinceramente, Turma da Mônica, quem não ama pelo menos conhece essa turminha e no ano em que tivemos o live action outra surpresa muito boa surgiu e eu vou falar um pouco do que eu achei dela.





Pra começar o título me chamou atenção, Geração 12, 12 anos tende a ser aquele período onde pelo menos a minha pessoa, estava fora da infância e brincar com meus bonecos e carrinhos não era visto com bons olhos e não era um adolescente/jovem ainda, era um meio termo que era piorado pelas espinhas precoces, mudança de voz e pelos. A vibe do gibi não indica que tratará sobre essas mudanças físicas, mas sim a amizade entre os personagens, nada que eu não esperasse, pois Turma da Monica Jovem já aborda alguns pontos que ficaram mais para "adolescência" por assim dizer.












Tenho que dizer depois de mostrar estas fichas de cada personagem da primeira edição a única surpresa para mim foi o Diretor Adão, já que agora neste universo o Astronauta morreu e ele é quem honra o legado de seu amigo, eu não conhecia este personagem dos gibis e não sei se é original ou não.
Milena já havia sido apresentada faz um tempo, mas é muito bem vinda a presença de uma personagem negra na turma principal.
Algo que eu reparei foi que no "multiverso" Turma da Mônica o Cebolinha só troca as letras quando está nervoso e o Cascão toma banho, porém tem um leve medo de água.



Esse visual como um todo me lembra os animes mais inocentes, a Mônica está totalmente Sakura Card Captors e de modo algum isso é um demérito e sim um elogio. 

O clima de colégio, amizade, poderes mágicos e aventuras espaciais carrega um ar fresco a Turma do Limoeiro. Um mistério a ser resolvido é o desaparecimento do Astronauta que eu acho que vai voltar em uma "segunda temporada" do gibi.

Outra boa adição ao time Limoeiro é o Sansão, nosso coelhinho fofinho que existe em cada versão do multiverso que acompanha nossa líder destemida agora ganha vida e personalidade, admito que agora quero um Turma da Mônica Sentai com cada mascote falando e dando um poder para os membros desse grupo.



A publicação será bimestral e uma história deixa um gancho para outra, algo muito interessante e que me arrisco a dizer é a primeira vez que o Maurício de Sousa se arrisca em algum assim e não em one shots.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Um recado dos fugitivos

 Olá Fugutives, faz tempo que eu não escrevo aqui e na verdade parece que estamos honrando os nossos pais espirituais, vulgo MDM, e mantendo só o podcast, mas se você não é um viajante do tempo vindo de antes de 2015 sabe o Brasil está uma zona e isso está afetando a todos em diferentes proporções e

Rota de Fuga podcast 61 - Papo de bar - divagando legal

  Então fugitivos, voltamos e divagamos pra caramba, teve até participação especial nesse episódio então coloca o fone se divirta !

Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder's Revenge (2022)

  Abra qualquer critica do novo jogo dos tartarugas ninja e vocês verão a palavra "nostalgia" em bastante destaque... pois bem, o termo reducionista e infinitamente injusto com o jogo é usado para definir algo que vai muito alem disso, não é nostalgia que você sente ao jogar Shredder's Revenge, mas si "satisfação". E não é em ver um jogo dos tartarugas no modelo classico de briga de rua, ao qual elas sempre estiveram submetidas na midia dos games, mas sim por estar diante de uma "orgia visual" que vai alem do que ja se teve nos consoles, claro que nos arcades houveram jogos com a mesma proposta de se ter tantos inimigos em tela que, como recurso capitalista obrigava o jogador a por mais uma ficha pois não daria conta de chegar ao final so com 10, e assim jogos como X-men, Cadilacs e Dinossauros e ate mesmo os das Tartarugas, tinham varios inimigos na tela pra te forçar a sempre por mais uma ficha. Ja nos consoles a limitação tecnica ou a movimentação d...